Serviço Bíblico
Quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
5ª Semana do Tempo Comum ou São Jerônimo Emiliani, presbítero (Memória facultativa);Santa Josefina Bakhita, virgem (Memória facultativa).
Outros Santos do Dia:Dionísio, Emiliano e Sebastião (monges mártires da Armênia), Elgiva (abadessa, virgem), Estêvão Cuénot (bispo, mártir), Estêvão de Grandmont (abade), Honorato de Milão (bispo), Jacoba de Settesoli (franciscana terciária),João Carlos Cornay (mártir de Tonkin), João da Mata (presbítero, fundador da Ordem dos Trinitários), Juvêncio de Pavia (bispo), Niceto de Besançon (bispo), Paulo, Lúcio e Ciríaco (mártires de Roma), Paulo de Verdun (monge, bispo), Pedro Igneus (bispo, cardeal), Quinta da Alexandria (virgem, mártir).
Primeira leitura: 1 Reis 10,1-10
Bendito seja o Senhor, teu Deus, a quem agradaste
Salmo responsorial: 36(37),5-6.30-31.39-40 (R. 30a)
O justo tem nos lábios o que é sábio
Evangelho: Marcos 7,14-23
O que torna impuro o homem é o que sai de seu interior
Muitas pessoas buscam segurança através das dietas, modismos ou amuletos. Pensam que com isso serão mais queridos de Deus e das outras pessoas. Jesus nos alerta contra essa crença tão arraigada quanto superficial. É bem verdade que uma boa dieta, uma veste adequada ou talvez um eletrodoméstico podem facilitar ou fazer mais feliz nossa existencia, entretanto, não se pode ceder à tentação de crer que essas coisas são a “causa” primeira ou fundamental de nossa felicidade e salvação.
Certamente as pessoas não vão nos amar mais pelo que temos, sabemos ou cremos, mas pelo que somos. Deus nos ama, independentemente de nossos gostos alimentares, do que vestimos ou de nossas crenças. Porém, esse mesmo amor exige que façamos de nossa vida uma oportunidade de graça e salvação. A orientação fundamental da nossa vida não pode depender de uma dieta ou do número de orações que fazemos.
O mais importante é nossa capacidade de amar, sem deixar que gostos, crenças ou ideologias sejam obstáculos para alcançar a plena comunhão com nossos semelhantes. Devemos nos perguntar: amamos como Deus ama ou como nossos costumes nos impõem?