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Serviço Bíblico

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Sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Santos do Dia: Antígono e Fortunato (mártires de Roma), Basílio e Procópio (monges de Constantinopla), Gabriel da Virgem Dolorosa (religioso passionista), Honorina da Normandia (virgem, mártir), Juliano, Euno e Besa (mártires de Alexandria).

Primeira Leitura: Isaías 58, 1-9a
O jejum que o Senhor quer.
Salmo Responsorial: Sl 50(51), 3-4.5-6a. 18-19 (R. 19)
Um coração arrependido e humilhado, ó Deus, não haveis de desprezar.
Evangelho: Mateus 9, 14-15
Dias virão em que lhes será tirado o esposo. Então, eles jejuarão.

A passagem evangélica a que pertencem estes versículos descreve o banquete que Mateus, o publicano, ofereceu a Jesus e a seus discípulos por causa do convite que o Mestre lhe tinha feito para segui-lo. Os fariseus, nos versículos 11-13, criticam-no por sentar à mesa com pecadores; os vv. 14-15 tocam no tema do jejum. Entretanto, os interlocutores de Jesus já eram outros. Na passagem de hoje, são os “discípulos de João” que substituem os fariseus.

Estranham que Jesus e seus discípulos não jejuem como eles mesmos o fazem, de uma maneira rigorosa que supera amplamente as observâncias judaicas relativas aos jejuns.

A resposta de Jesus evidencia que os discípulos de João Batista não haviam descoberto ainda em Jesus o “noivo” messiânico. Porque, se tivessem levado isso em conta, teriam compreendido que de agora em diante o jejum não teria o mesmo significado.

O jejum está relacionado com o tempo da espera;  o próprio Jesus jejuou no deserto, resumindo em si a longa preparação da humanidade para a instauração do reino. Mas, quando começa seu ministério público, Jesus pode dizer com toda a razão que o reino já está ali; chegou o noivo, e não convém que os “amigos do noivo” jejuem enquanto o noivo estiver com eles. Até depois da Ressurreição não voltará a ter sentido o jejum.

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